A política de Natal e suas macacadas

Edivan "impacto" Martins

Edivan “impacto” Martins

A política natalense tem lá suas macacadas.

A última rolou depois do resultado final das eleições municipais em outubro. O juiz eleitoral Verlano Medeiros foi o relator do processo que anulou a coligação de Raniere Barbosa e George Câmara e, no tapetão, tirou o mandato dos dois.

O motivo foram irregularidades com o registro do PT do B, partido coligado com o PCdoB de George e o PRB de Raniere. Por isso, ele decidiu anular todos os votos da coligação.

A saída possibilitou a entrada de um dos piores vereadores da última legislatura, Edivan Martins e também de Cláudio Porpino – suplentes diretos.

Mas há mais detalhes interessantes nesta macacada jurídica-eleitoral: Verlano Medeiros, que também é candidato a desembargador, teria sido advogado de Edivan antes de assumir seu posto como juíz eleitoral.

Para ficar mais temperada, Medeiros, ao detectar irregularidades no PTdoB, poderia ter anulado apenas os votos do partido – como seria mais justo. Mas os pífios 600 sufrágios não seriam o suficiente para tirar George e Raniere. Decidiu, portanto, anular toda a coligação.

E, por muito pouco, a macacada não passa.

Ontem o TRE desfez provisoriamente a cagada e, por 4 votos a 2 deu de volta o mandato para George Câmara e Raniere Barbosa.  De quebra evitou, por enquanto, que Natal passasse mais quatro anos com o impactado “valeu boi” como vereador na Câmara, um a menos na luta por uma cidade melhor.

 

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